Justiça rejeita queixa-crime e advogados Ana Patrícia e Eugênio Kruschewsky saem vitoriosos
Ação, apresentada pelo advogado Gamil Foppel, não encontrou respaldo judicial

Foto: Arquivo Pessoal
A Justiça baiana decidiu nesta semana rejeitar a queixa-crime movida por Lucas Abud contra os advogados Ana Patrícia e Eugênio Kruschewsky, que eram acusados de calúnia e fraude processual. A ação, apresentada pelo advogado Gamil Foppel, não encontrou respaldo judicial.
De acordo com a decisão, não há indícios de que os advogados tenham cometido qualquer irregularidade. O Judiciário avaliou que a iniciativa de Abud representa uma tentativa de transformar o exercício da advocacia em crime, possivelmente para pressionar resultados em processos de família.
Na sentença, o magistrado ressaltou que “a advocacia combativa não pode ser criminalizada quando atua nos limites da defesa técnica”, reforçando que os profissionais atuaram dentro das prerrogativas legais de sua profissão.
Desde 2024, Ana Patrícia e Eugênio Kruschewsky defendem uma mulher em disputa judicial por direitos patrimoniais decorrentes do término de um casamento. Segundo os autos, eles enfrentam uma série de ações e ataques judiciais promovidos por Abud durante o processo.
Com a rejeição da queixa-crime, Abud, que possui uma equipe de mais de 40 advogados, registra mais uma derrota judicial na disputa contra os dois profissionais.
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