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Anvisa emite alerta sobre riscos das câmaras de bronzeamento artificial

Anvisa emite alerta sobre riscos das câmaras de bronzeamento artificial

Os danos causados pela exposição aos raios ultravioleta (UV-B) podem se manifestar anos depois

| Autor: Redação / Varela Net

Foto: iStock

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu um alerta para a população sobre os perigos associados ao uso de câmaras de bronzeamento artificial com lâmpadas ultravioleta (UV).

A exposição à luz UV, promovida por esses equipamentos, pode causar uma série de problemas de saúde, incluindo câncer de pele, envelhecimento precoce, queimaduras, lesões oculares e outras complicações graves.

Frequentemente são reportados na mídia nacional inúmeros casos de queimaduras, lesões, câncer de pele e outros eventos adversos causados pelo uso irregular de câmaras de bronzeamento com luz ultravioleta (UV).

Os danos causados pela exposição aos raios ultravioleta (UV-B) podem não ser percebidos imediatamente, mas se manifestam anos depois com o surgimento de células cancerosas na pele e o desenvolvimento das complicações de saúde a elas associadas.

Confira os riscos mencionados pela Anvisa:

Câncer de pele
Envelhecimento da pele
Queimaduras
Ferimentos cutâneos
Cicatrizes
Rugas
Perda de elasticidade cutânea
Lesões oculares, como fotoqueratite, inflamação da córnea e da íris, catarata precoce e pterígio (excrescência opaca na córnea)
Carcinoma epidérmico da conjuntiva

Buscando proteger a população, a Anvisa publicou a Resolução RDC n. 56/2009, proibindo o uso e a comercialização de câmaras de bronzeamento artificial para fins estéticos no Brasil. A proibição se deu após a publicação da Agência Internacional de Pesquisa sobre Câncer (IARC-International Agency for Research on Cancer), vinculada à Organização Mundial da Saúde (OMS), informando que o uso de câmaras de bronzeamento artificial com lâmpadas ultravioleta (UV) é cancerígeno para humanos.

A determinação da Anvisa contou com o apoio integral da Sociedade Brasileira de Dermatologia e do Instituto Nacional de Câncer (INCA).

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