NotíciasPolíticaGuilherme Boulos acusa Campos Neto de "encher o próprio bolso às custas da economia brasileira"

Guilherme Boulos acusa Campos Neto de "encher o próprio bolso às custas da economia brasileira"

Após o aumento da taxa Selic, o deputado federal Guilherme Boulos se manifestou em seu perfil no X (antigo Twitter)

| Autor: Redação Varela Net

Foto: Reprodução / Redes sociais

Nesta quinta-feira (12), o Banco Central anunciou um aumento de 1 ponto percentual na taxa Selic para 2025, elevando-a a 12,25% ao ano. O mercado financeiro havia esperado um aumento de até 0,75%.

Após o anúncio, o deputado Guilherme Boulos usou suas redes sociais para comentar sobre o ocorrido e acusar o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto.

"O Banco Central aumentou a taxa de juros para absurdos 12,25% ao ano. Isso já era esperado; todos sabemos que o presidente do BC, Campos Neto, é um sabotador a mando de Bolsonaro", comentou.

Além da parceria com o ex-presidente Jair Bolsonaro, Boulos acusou Campos Neto de usar a economia brasileira para "encher o próprio bolso".

"Mas o que nem todo mundo sabe é que Campos Neto enche o próprio bolso às custas da economia brasileira", afirmou.

O deputado aproveitou para explicar de onde veio essa suposição:

"Nós descobrimos uma declaração feita pelo próprio Campos Neto em que ele diz ter R$ 69 milhões em ativos de renda fixa. Esses ativos são remunerados pela taxa Selic. Ou seja, rendem mais se a taxa Selic for maior. Isso significa que, toda vez que Campos Neto sobe ou mantém alta a taxa Selic, ele coloca dinheiro no próprio bolso às custas da economia brasileira", afirmou Boulos.

O deputado concluiu demonstrando sua indignação com a situação:

"Com a taxa Selic na casa dos 12%, como está hoje, por decisão de Campos Neto, o próprio Campos Neto pode faturar mais de R$ 7 milhões em apenas 12 meses! Jogando parado, sem fazer nada, enquanto o governo Lula trabalha dia e noite para fazer a economia crescer", concluiu.

O Banco Central anunciou que está prevendo um aumento de mais 2 pontos percentuais para 2025, o que faria a taxa chegar a 14,25% no primeiro trimestre de 2025.

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