Flávio Bolsonaro defende pena mínima de oito anos para furto e roubo de celulares
Senador criticou o governo Lula, afirmou que criminosos recebem tratamento brando e disse que pretende endurecer a punição para quem cometer esse tipo de crime

Foto: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) defendeu nesta sexta-feira (24) a criação de uma pena mínima de oito anos de prisão, além de multa, para quem cometer furto ou roubo de celulares. Em vídeo publicado nas redes sociais, o parlamentar afirmou que o aumento da punição é necessário diante da frequência desse tipo de crime e dos prejuízos causados às vítimas.
Na gravação, Flávio afirma que, enquanto o vídeo é assistido, duas pessoas terão os celulares furtados ou roubados. Segundo ele, são registrados cerca de 95 casos por hora no Brasil, o equivalente a mais de 2 mil ocorrências por dia.
O senador destacou que os aparelhos concentram informações bancárias, chaves Pix, documentos, fotos, vídeos e outros dados pessoais, o que amplia os prejuízos sofridos pelas vítimas. "O cara não quer ficar preso? É só não roubar. Acabou, acabou", afirmou.
Durante o vídeo, Flávio também criticou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao exibir uma declaração em que o petista afirma que muitos jovens acabam presos por furtar celulares devido à falta de oportunidades. Para o senador, o governo trata criminosos com "moleza" e desistiu de adotar medidas mais rígidas para combater o roubo e a receptação de aparelhos.
O pré-candidato à Presidência da República ainda afirmou que, caso sua proposta seja implementada, quem furtar ou roubar celulares passará a cumprir pena mínima de oito anos de prisão, além do pagamento de multa.
Segundo Flávio Bolsonaro, o endurecimento das penas e o combate ao mercado de aparelhos roubados são medidas fundamentais para reduzir esse tipo de crime no país.
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