Lula intensifica agenda na reta final do 1º turno com encontros no Rio e em São Paulo
Após participação na Assembleia Geral da ONU, presidente terá agenda com artistas no Rio e reunião com empresários em São Paulo nos últimos dias antes da votação

Foto: Divulgação
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) intensifica a agenda de campanha na reta final do primeiro turno das eleições de 2026, marcado para 4 de outubro. Após participar da 81ª Assembleia Geral das Nações Unidas, nos Estados Unidos, o petista terá compromissos no Rio de Janeiro e em São Paulo.
Nesta quarta-feira (23), Lula participa de um ato com trabalhadores da área da saúde no Rio de Janeiro e, à noite, estará na Fundição Progresso, na Lapa, para um encontro com representantes do setor cultural. O evento está marcado para as 19h e tem as presenças de Caetano Veloso, Chico Buarque e Maria Bethânia confirmadas.
O encontro reúne artistas que já manifestaram publicamente apoio à candidatura de Lula. A campanha pretende apresentar propostas para a área cultural durante o evento.
Na sexta-feira (25), o presidente deve seguir para São Paulo, onde participará de um encontro com empresários. A reunião deve reunir representantes de diferentes setores da economia, incluindo banqueiros, integrantes da indústria, do agronegócio e executivos de grandes empresas. O vice-presidente Geraldo Alckmin e integrantes do governo também devem participar.
Estratégia na reta final
Segundo informações divulgadas sobre a agenda, a campanha petista avalia os encontros como parte da estratégia de aproximação com diferentes segmentos da sociedade durante a reta final do primeiro turno.
A agenda no setor cultural ocorre em um momento de mobilização de artistas nas redes sociais em apoio à candidatura de Lula. Um dos movimentos recentes, o “BoraLula”, reúne nomes da música, televisão e outras áreas da cultura.
A campanha também aposta na repercussão da participação de Lula na Assembleia Geral da ONU. A estratégia é utilizar a atuação internacional do presidente na comunicação eleitoral, apresentando-o como uma liderança com atuação no cenário externo.
O discurso também deve ser explorado politicamente pela campanha em contraposição ao cenário eleitoral brasileiro e às posições de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, que declarou apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL), adversário de Lula na disputa presidencial.
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