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Lutador preso após agredir três mulheres costumava provocar brigas, dizem testemunhas

Segundo relatos, Lucas Portela Fontana Gomes, provocava moradores do condomínio e da região.

| Autor: Redação - Varela
Lutador preso após agredir três mulheres costumava provocar brigas, dizem testemunhas

Foto: Reprodução

O lutador de jiu-jítsu Lucas Portela Fontana Gomes, de 32 anos, preso nesta sexta-feira (6) após agredir mulheres em um condomínio na Zona Norte do Rio de Janeiro, costumava provocar confusões e desafiar pessoas para brigas, segundo relatos de testemunhas à Polícia Civil.

De acordo com o delegado Álvaro Gomes, em entrevista ao programa Brasil Urgente, da Band, moradores e funcionários do condomínio relataram que o suspeito frequentemente provocava vizinhos e pessoas que circulavam pelo entorno do imóvel, sem apresentar motivos aparentes. Funcionários também afirmaram que ele costumava gritar sozinho.

“Ele ficava criando situações de desconforto e algazarra que, provavelmente, acabaram culminando com essa ação terrível que nós presenciamos”, afirmou o delegado.

A Polícia Civil também recebeu informações preliminares de que Lucas faria uso de anabolizantes e outras drogas. A possibilidade, no entanto, ainda é investigada e ainda não foi confirmada. 

Segundo delegado, o comportamento apresentado pelo suspeito durante a ocorrência levantou a hipótese de que ele estivesse sob efeito de alguma substância.

O delegado relatou que, durante a abordagem policial, o lutador precisou ser atingido por um disparo na perna e, posteriormente, contido com uma arma de choque. Mesmo após ser algemado, ele teria continuado a reagir contra os agentes.

Lucas foi preso preventivamente e é investigado por tentativa de feminicídio, ameaça, invasão de domicílio, lesão corporal e resistência. De acordo com o delegado, o suspeito afirmou na delegacia que não se lembrava do ocorrido.

Estado de saúde das vítimas

Três mulheres foram vítimas da agressão. Duas delas receberam alta médica e já prestaram depoimento à Polícia Civil. A terceira vítima, de 81 anos, permanece internada após sofrer traumatismo craniano. Apesar da gravidade dos ferimentos, ela não corre risco de morte, segundo informações divulgadas pelo UOL.

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