Vitiligo além da pele: estigmas sociais da condição ganham espaço nas redes sociais
Influenciadora compartilha experiências sobre autoestima e impactos da pressão social

Foto: Redes Sociais
O vitiligo é uma condição não contagiosa que provoca a perda da coloração da pele devido à diminuição ou ausência de melanócitos, células responsáveis pela produção de melanina. Apesar de não ter cura, o tratamento pode ajudar a controlar o avanço das manchas.
Além das alterações na pele, pessoas com vitiligo relatam enfrentar olhares constantes, comentários invasivos e sensação de julgamento em locais públicos e nas redes sociais, afetando autoestima e qualidade de vida.
Mais de um milhão de brasileiros convivem com o vitiligo. A condição pode estar relacionada a fatores autoimunes, predisposição genética, traumas físicos na pele e queimaduras solares.
Há influenciadoras com vitiligo, entre elas a brasileira Barbarhat Sueyassu, que compartilha nas redes sociais experiências sobre autoestima, saúde mental e aceitação da condição.
“Eu não posso excluir isso por conta do vitiligo, eu não posso apagar minha ancestralidade por conta de uma condição autoimune que não altera nada no genótipo”, afirma Barbarhat.
Especialistas apontam que o acompanhamento psicológico pode ajudar pacientes a lidarem com inseguranças, pressão estética e impactos emocionais causados pelo estigma social relacionado à aparência.
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