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A importância social dos esportes para crianças e adolescentes em comunidades

Projetos sociais são fundamentais durante as férias escolares

| Autor: João Victor Soares

Foto: Valter Pontes / Secom PMS

Segundo o Ministério da Educação (MEC), a prática de esportes entre crianças e adolescentes é predominante nas aulas de Educação Física, matéria obrigatória na grade curricular da Educação Básica no Brasil. Isso demonstra a importância da atividade física nesta fase da vida, principalmente em comunidades carentes e durante as férias escolares, ondes as crianças não tem atividades durante o dia.

Estudos apontam para a necessidade de que crianças e adolescentes pratiquem pelo menos uma hora de atividade física diariamente. O esporte tem um papel fundamental na formação infantojuvenil, auxiliando no desenvolvimento físico, motor e cognitivo, além de trabalhar aspectos emocionais e sociais.

Nas comunidades mais carentes do no país, é possível notar a importância do trabalho voluntário voltado para o esporte entre crianças. Muitas organizações sobrevivem à base de doações para conseguir manter crianças e adolescentes ativos, além de ajudar no crescimento de um sonho em muitas oportunidades.

Em Salvador, existe o projeto ‘Bora Bahêa Meu Bairro’, iniciado em setembro deste ano, que já inaugurou diversos campos de futebol em alguns bairros da capital baiana. A ação é uma parceria entre a prefeitura municipal e o Bahia SAF. O projeto beneficia ao menos 240 crianças e adolescentes entre 6 e 14 anos com aulas gratuitas de escolinha de futebol.

Eduardo Santos, responsável por um projeto para crianças e adolescentes no bairro da Mata Escura destaca a importância da ação na comunidade. “Trabalhamos com adolescentes e nesse trabalho temos o esporte e um time onde participamos das competições, e através desse projeto ajudamos aos adolescentes a ter uma visão ampla das coisas para que lá na frente eles sejam orgulhos para seus pais e não ande pelo caminho errado”, afirmou Eduardo.

O projeto guiado por Eduardo ajuda semanalmente 100 crianças que vão aos campos do bairro para treinar futebol e, além disso, aprender sobre a vida. “O projeto não só para fazer a criança jogar bola, a gente tenta ensinar mais do que isso, é manter aquela criança ocupada com algo bom e preparada para o futuro, seguindo assim um bom caminho”, destacou Eduardo.

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