RJ: Funcionária que acusou mulher negra de furto em loja da Renner é demitida
Após o constrangimento, a vítima registrou um boletim de ocorrência; empresa afirma não tolerar discriminação

Foto: Reprodução/ Twitter
A funcionária da loja Renner que acusou uma mulher negra de furto foi desligada do quadro de funcionários da empresa. A informação foi confirmada pela assessoria por meio de nota, que classificou a atitude como “inaceitável”. O caso ocorreu em um shopping no Rio de Janeiro, neste sábado (12).
A empresa lamentou o corrido dentro da loja e ressalta que “não tolera racismo ou qualquer tipo de preconceito e discriminação”, além de garantir que políticas de conscientização, códigos de ética e respeito aos direitos humanos serão cada vez mais presentes em seus funcionários.
O tumulto começou quando a vítima entrou no provador da loja e foi abordada de maneira agressiva ao ser acusada de furtar um casaco que estava em sua bolsa e pertencia a ela. A prima dela relatou detalhes do ocorrido nas redes sociais e afirmou que as imagens foram feitas por outros clientes que ficaram insatisfeito com a situação. “Minha prima estava no provador da Renner quando, de repente, entrou uma funcionária a coagindo, a empurrando na parede, mandando tirar tudo o que ela 'pegou’”, escreveu.
Após muita confusão, os clientes começaram a protestar em frente à loja. A Polícia Militar foi acionada e a mulher foi levada até a delegacia mais próxima, onde registrou um boletim de ocorrência.