NotíciasBrasilMãe grava mulher que recusa trocar de assento para satisfazer criança

Mãe grava mulher que recusa trocar de assento para satisfazer criança

O caso foi compartilhado no TikTok pela mãe da criança e gerou repercussão entre os brasileiros.

| Autor: Redação Varela Net

Foto: Reprodução/Redes Sociais

Um vídeo que circulou no TikTok nesta semana mostra uma mulher sentada em um assento próximo à janela de um avião enquanto, ao fundo, é possível ouvir uma criança chorando. Durante a gravação, outra mulher e um homem aparecem gritando e ofendendo a passageira que permanece em silêncio no local.

A mãe da criança faz declarações capacitistas ao longo do vídeo, dizendo: "Ela não quer sair por nada. Eu até perguntei se ela tem alguma síndrome, alguma coisa, mas ela não tem nada. Se tivesse algum problema, a gente até entende." Enquanto isso, a passageira continua sentada, sem reagir verbalmente.

Um homem próximo debocha da situação, incentivando outros passageiros a hostilizarem a mulher: "Vamos bater palma para ela."

Em determinado momento, a passageira percebe que está sendo filmada e questiona: "Você está gravando?" A mãe rebate com mais uma ofensa: "Estou gravando sua cara, mostrando que você não tem empatia."

Mesmo após o pedido da passageira para que a gravação fosse interrompida, a mãe segue filmando e conclui: "Isso é repugnante. Não tem empatia com uma criança."

O vídeo repercutiu amplamente nas redes sociais, gerando opiniões divergentes entre os internautas. Muitos criticaram a atitude da mãe:

"Eu tenho um ódio desse povo que acha que o filho delas é problema dos outros!"
"Daí ela troca de lugar, e os filhos, aos poucos, aprendem que, para conseguir as coisas, precisam chorar, gritar e espernear. Vai cuidar do teu filho, songamonga."
"Empatia não significa ser obrigada a ceder seu lugar para uma criança mimada por culpa de uma mãe irresponsável. A passageira teve uma calma que eu não teria. O processo ia vir sem nem pestanejar!"


O caso segue gerando debates sobre direitos, limites e convivência em espaços compartilhados, levantando questionamentos sobre o que de fato é empatia em situações como essa.

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