NotíciasBrasilAndressa Urach pede por legalização da prostituição no Brasil: " Não existe nenhum tipo de lei que nos proteja"

Andressa Urach pede por legalização da prostituição no Brasil: " Não existe nenhum tipo de lei que nos proteja"

A modelo publicou um vídeo em suas redes sociais defendendo seu ponto

| Autor: Redação/Varela Net

Foto: Reprodução/Redes Sociais

Nesta quinta-feira, a criadora de conteúdo Andressa Urach pediu, em suas redes sociais, a legalização da pornografia. No vídeo, a modelo relatou sua experiência com o ramo e afirmou que escolheu a profissão para pagar suas contas: 

"Eu, graças ao conteúdo adulto, não preciso mais da prostituição, mas se eu chegasse ao fundo do poço seria a minha alternativa. Isso não é apologia à prostituição, tá? Estou relatando o que eu vivi. Eu já fui CLT e o que eu ganhava eu não conseguia pagar as minhas contas e eu, Andressa, escolhi pela prostituição", afirmou Andressa.

Ainda, a ex-atriz externou seu desejo de legalizar a prostituição no Brasil:

"É a profissão mais antiga do mundo e elas (prostitutas) não têm nenhuma lei que as protejam de abuso, de assédio. Se uma garota de programa ela diz não para um cliente é não e ela não tem uma lei que proteja ela de uma agressão. Então elas sofrem muito. Eu, se fosse ainda, gostaria de ter um CNPJ, sabe, para poder pagar os meus impostos, financiar uma casa. Gostaria de ter um CNPJ, porque o meu corpo é meu, e se eu estou vendendo o meu corpo, eu gostaria de pagar os meus impostos, de ser uma contribuinte, de poder financiar um carro, uma casa, de poder ser respeitada, de ter leis que me protejam como mulher."

No final, Andressa defendeu sua antiga profissão e mostrou o lado obscuro de quem se prostitue:

"Eu sei que existem pessoas boas e ruins, como todas as profissões, mas a gente está falando de seres humanos, de mulheres, de travestis, de homens que vivem da prostituição e que são criminalizados pela sociedade. A gente é muito ofendido. Eu sou muito ofendida ainda por causa do meu passado, que é bem recente, e mesmo assim não existe nenhum tipo de lei que nos proteja. Então eu acho muito importante falar sobre essa questão", completou.

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